31
jan
2019

Guia de viagem | Buenos Aires (com preços)

por em Inspirações, Moda, Visual Merchandising

A primeira vez que fui pra Buenos Aires foi em Abril de 2016, com um cenário político catastrófico e nosso Real estava valendo pouco (se não me engano, 1 real valia 5 ou 6 pesos). Pra piorar a Argentina tava com a inflação lá em cima, então os preços mudavam diariamente (lembro que na Falabella os preços estavam riscados com lápis). Ficamos três dias por lá e voltei com a sensação de que precisava voltar e concluir o passeio.

Em Dezembro do ano passado resolvi que passaria o Ano Novo lá e da maneira mais barata possível, em Porto Alegre tem uma empresa de turismo chamada Milonga que sempre faz excursões para Buenos Aires indo de ônibus e ficando em Hostel.  Eu nunca tinha ficado em hostel e a duração da viagem de ônibus é de quase 24hs, me joguei na trip sozinha no dia 26 de Dezembro.

Antes da viagem – Como eu já queria ir pra lá desde que voltei de lá rsrs eu já tinha um roteiro de lugares que ficaram de fora da primeira viagem, então passei a seguir dois perfis bem legais sobre Buenos Aires (@airesbuenos e @buenosaires.ar ) e fui criando um roteiro para 7 dias de viagem. Pra facilitar, ainda achei uma ferramenta no Google maps onde tu cria teu mapa e salva no Google Drive. Isso facilitou muito a minha definição de lugares pra ir e também o meu planejamento quando cheguei na cidade.

 

A VIAGEM:

Fiquei sozinha por umas 6hs de viagem rsrs em uma das paradas que fizemos conheci duas gurias (a Carol e a Vanessa) muito queridas de Caxias (cidade da Serra do RS). Viajei sem ninguém no banco do meu lado (!!!) e isso foi maravilhoso porque ficamos parados na aduana por 3hs e a viagem que duraria 21hs passou pra 24hs.

Quando chegamos no 06 Central Hostel já passava das 22hs do dia 27 e lá, nós que estávamos em três, conhecemos mais uma guria de Porto Alegre (a Ly) e resolvemos que ficaríamos no mesmo quarto (fechamos o quatro com três beliches com duas Columbianas que também estavam na mesma excursão).

ANTES DOS PASSEIOS:

Tours Gratuitos: Buenos Aires é muito organizada para o turismo, durante a viagem vi vários pontos da cidade com quiosques para pedir informações e carregar o celular, além do site cheio de tours e dicas de lugares em Bsas.  Os tours gratuitos são bem concorridos e alguns abrem apenas em semanas específicas no mês (última semana do mês ou apenas em uma terça durante o mês todo). É só entrar no site e filtrar a listagem de tours gratuitos www.ba.tours/

 

 

Cambio Valuar – Como a minha intenção era pegar a melhor cotação possível, na viagem só troquei 50 reais por 450 pesos (cotação de 1 real por 9 pesos) e no primeiro dia acordamos e fomos direto no cambio. A principio eu ia trocar o dinheiro no cambio Alpe (onde eu já estava acompanhando a cotação durante o mês pelo site). Mas no caminho encontramos um casal (o Abel e o Felipe) que também estava na excursão e que nos deu o cartão do cambio Valuar na Calle Lavalle que estava com a mesma cotação do Alpe (cotação de 1 real por 10 pesos). Resolvemos trocar o dinheiro lá e quando estávamos voltando encontramos os guris novamente, foi então que fechamos um grupo de seis e não nos separamos durante a viagem toda <3

 

Da esquerda para direita: Abel, Ly, Vanessa mais pra baixo da foto, e acima Carol, Felipe e eu

 

Chip Claro – Aproveitamos que já estávamos na Calle Florida e fomos em busca de um chip da Claro em um quiosco (chamam assim umas lojas de conveniência normalmente de esquina que estão espalhadas pela cidade toda e vendem doces, alfajores, cigarro, água e cartões de subte e chip de telefone). Conseguimos o chip da Claro por 45 pesos (4,50 reais) e nossa maior dificuldade foi achar a Claro da Calle Florida pra cadastrar o chip e já carregar ele como pré pago. A loja da Claro da Calle Florida está sem a placa na fachada, fizemos o caminho muitas vezes até conseguir alguém que nos mostrasse onde era (ela fica bem ao lado de uma loja de calçados chama Fiori).

Cartão Subte – O cartão Subte é usado para ônibus e metrô e não existe a possibilidade de pagar as viagens sem ele, ou seja o cartão é a única forma de pagar pelo transporte público da cidade.

Não aconselho comprar em quioscos porque além da maioria não ter, eles colocam um valor em cima do que se paga no metrô (oscilam entre 8 e 9 reais). Descendo até metrô e comprando lá ele custa 6,50 reais, uma coisa legal também é que você não precisa carregar muito dinheiro no cartão. Além da passagem ser barata, o cartão tem uma margem de crédito então você consegue dever um determinado valor e não perde de embarcar. Depois quando o cartão é recarregado, eles descontam o valor negativo.

Estação Retiro

 

Ônibus e metrô – Se você sabe exatamente onde vai e onde precisa descer, o ônibus é uma boa alternativa. Achei bem legal eles cobrarem por trajeto (mas no meu caso, eu perdi a parada conversando sobre o Brasil com uma senhora argentina rsrs).  O metrô é bem seguro e a maior parte dos trajetos que fiz tinha ar condicionado nos vagões (que me lembram muito a linha amarela de São Paulo). Já as estações são bem antigas e algumas são super bonitas.

Estação Peru – Cheia de anúncios antigos nas paredes

Supermercados – Na Av. Corrientes próximo a Av. 9 de Julio tem um Carrefour 24hs (que só não abre no dia 1ª de Janeiro), pela região do centro tem vários mercados Carrefour e alguns Dia %. Achei o Carrefour mais barato pra comprar vinhos e alfajores, mas também notei que os preços oscilam de loja pra loja. O alfajor Milka Mousse (caixa com 6 unidades) saiu por 120 pesos (12 reais).

A cidade também tem mercados grandes de bairro onde a parte de decoração tem preços bem legais e uma infinidade de produtos, em palermo tem um mercado Coto gigante e um Carrefour. Tinha colocado na minha lista de coisas pra fazer, mas acabou não dando tempo de ir até lá.

 

Clima – Historicamente Dezembro é um mês muito quente em Buenos Aires (passando de 30 graus fácil) e esse era um dos meus maiores receios sobre passar o Ano Novo lá. Dei muita sorte e passei a maior parte do tempo com um clima mais ameno e seco, o único dia escaldante e úmido foi o dia 1ª de Janeiro. De qualquer forma, é importantíssimo passar protetor solar (no rosto usei fator 80 e mesmo assim voltei com mais sardas) e tomar bastante água porque independente da temperatura o sol é bem forte.

Restaurantes – Não aceite cardápio em português nos restaurantes, fizemos isso em um restaurante na mesma rua do El Club da Milanesa na Recoleta e os valores do cardápio em português eram mais altos. Eu só notei porque já tinha olhado o valor de alguns pratos quando o garçom ofereceu o cardápio em português e não contente, ainda olhei novamente o em espanhol pra ter certeza que a cara de pau do pessoal de lá era real (porque na hora achei tãoo surreal que mal pude acreditar).

Outra dificuldade da maioria dos lugares é fazer uma comanda separada pra cada pessoa, estávamos em um grupo de seis pessoas e era um parto pra conseguirem separar as contas depois. Tentamos pedir comandas separadas e a maioria não quis fazer, então nossa maior alegria era encontrar lugares onde se pagava no ato do pedido direto no caixa.

 

1º DIA – RECOLETA

El Club de la Milanesa – Na primeira vez que fui pra Bsas já tinha comido lá e amado, dessa vez perdemos toda a manhã do primeiro dia resolvendo o câmbio/chip/cartão subte e chegamos na Recoleta já na hora do almoço.  Eu pedi uma milanesa com rúcula, mussarela e tomate (vem acompanhada de batatas fritas), a porção era a média (enorme, do tamanho de um prato) e custou 280 pesos (28 reais).

Como não tirei foto do meu prato, pedi autorização pra postar a milanesa do Felipe, que pediu a milanesa a cavalo.

Foto do prato do Felipe 

 

Calle Azcuénaga, 1898 Recoleta

elclubdelamilanesa.com (é uma rede, tem em vários lugares em Buenos Aires).

 

Cemitério da Recoleta – Na primeira vez que fomos pra lá eu achei que numa segunda vez eu não iria lá,mas como estava em grupo acabei entrando novamente e foi bem legal. Não tinha localizado o túmulo da Evita e dessa vez procuramos até achar ele, e quando vi fiquei decepcionada porque imaginava algo mais suntuoso do que um mausoléu preto.

Foto da primeira vez que fui, dessa vez as minhas fotos ficaram estranhas rsrs

 

Junín, 1760 – Recoleta

Aberto de Segunda a Segunda das 7h às 17h30

 

Plaza e El Recoleta

Ao lado do cemitério da Recoleta tem o centro cultural El Recoleta, nesse dia estavam pintando uma nova fachada linda. O centro cultural estava fechado e pelo que vi depois no site que peguei a foto abaixo, ele só reabriu no dia 10 de Janeiro.

Foto do www.buenosaires.gob.ar

 

Junin, 1930 – Recoleta

Aberto de Terça a Domingo das 15h às 22hs

www.centroculturalrecoleta.org/

 

Em frente ao centro cultural tinha uma feirinha na praça e em frente a praça fica a La Panera Rosa, um café lindo todo rosa e algumas cabines de telefone vermelhas (bem britânicas) pra tirar foto. Fiquei bem inclinada a entrar no café, mas recém tínhamos almoçado.

 

La Panera Rosa – Recoleta

 

Museo de Bellas Artes – Seguimos da praça para o Museo de Bellas Artes que fica super pertinho, a entrada custa 100 pesos (10 reais). O acervo do museu é enorme e conta com obras do Picasso, Renoir, Monet e Van Gogh.

 

Diana Sorprendida, 1879 – Lefebvre, Jules Joseph

 

Introducción a la esperanza, 1963 – Noé, Luis Felipe

 

Av. del Libertador, 1473 – Recoleta

Aberto de terça a domingo das 11h às 20hs

Entrada: 100 pesos

www.bellasartes.gob.ar

 

Buenos Aires Design – Eu já tinha ido nesse shopping em 2016, mas no dia que fui tava focada em conhecer a Morph (loja de decoração enlouquecedora de Bsas) e nem explorei os outros andares do shopping. Como chegamos nele no final do dia, subimos procurando o Hard Rock Café e demos de cara com  um monte de barzinhos no terraço em pleno happy hour dos argentinos que trabalhavam ali pelo bairro (claramente eramos os únicos turistas do local). Recomendo fortemente esse terraço, além de ser bem bonito a bebida não é cara (tem baldinho de Quilmes por 400 pesos / 40 reais e uma limonada maravilhosa por 90 pesos / 9 reais).

Vídeo

 Av. Pueyrredón 2501

Aberto das 10 às 21hs

Os bares ficam no último andar.

 

 

Faculdade de Derecho – Na rua de trás do Museo de Bellas Artes (Av. del Libertador) fica a Faculdade de Direito de Buenos Aires, mesmo quem não foi para Buenos Aires já viu em algum filme a construção. O prédio é magnífico e além de termos a sorte de chegarmos no recesso da faculdade (só haviam dois estudantes em trote na frente da faculdade), também chegamos numa hora bem bonita de luz e sol.

 

 

Floralis Genérica – Ao lado da faculdade de direito fica a Plaza de las Naciones Unidas, onde está a Floralis Genérica.  A praça é bonita e bem agradável, chegamos no final da tarde e tinham muitos portenhos deitados em espreguiçadeiras e bancos com seus filhos.

Av. Pres. Figueroa Alcorta 2301

 

2º DIA – BAIRRO CHINO | SANTA FÉ | CENTRO

Barrio Chino – Pra quem conhece o bairro Liberdade em São Paulo, é bem parecido só que em versão reduzida com mais lojinhas de itens genéricos e nenhuma papelaria fofa incrível 🙁 Na rua principal ficam dois mercados Chinos com bastante condimentos e coisas para fazer sushi, ao contrário do que eu tinha lido achei os vinhos mais caros do que no Dia% e Carrefour.

 

Museo Ricardo Rojas – Na tarde do segundo dia o meu grupo ia no Caminito e novamente não estava a fim de conhecer (na primeira vez que fui não deu tempo e é o tipo de lugar super turístico que eu só iria se sobrasse tempo nessa segunda vez).  Na minha lista de lugares tinha o Museo Ricardo Rojas que fica em uma rua paralela a Av. Santa Fé, o museu tem a entrada gratuita e visita guiada nas quartas-feiras.

 

Fui super bem recepcionada pelo pessoal que cuida do museu e estava sozinha na visitação, então pude ver tudo com calma. Ricardo Rojas foi um escritor e pensador Argentino, quando ele morreu sua mulher doou a casa para o governo para que fizessem um museu.

A casa de Ricardo Rojas tem cerca de 20 mil livros e é possível ver fragmentos de livros em alguns espaços da casa. Meu coração é todo desse vitral de uma das portas que dão para o fundo da casa.

 

 

Além dos vitrais, pirei nesse azulejo português que ficava próximo ao pátio de trás da casa.

 

Calle Charcas, 2837

Aberto de Terça a sábado das 11h às 19hs

Entrada gratuita

Visita guiada nas quartas às 15hs

museorojas.cultura.gob.ar/

 

Moderno Bazar – Na Av. Santa Fé próximo ao museu também fica uma loja de decoração e utilidades para casa chamada Moderno Bazar, eu já seguia eles no instagram e tinha visto que era uma loja bem em conta (com preços parecidos com os do Brasil).

 

 

 

 

Av. Santa Fé, 2726

Aberto de Segunda a Sábado das 9h às 21hs e Domingo das 16h às 21hs

www.modernobazar.com

 

El Ateneo Grand Splendid – Uma livraria construída dentro de um antigo teatro (o teatro Grand Splendid foi construído em 1919 e em 2000 virou livraria), o El Ateneo é o tipo de lugar que não tem como ir a Bsas e não visitar. Como ele também fica na Av. Santa Fé aproveitei pra passar por lá no caminho de volta pro hostel. O El Ateneo é uma rede de livrarias, é importante pesquisar El Ateneo Grand Splendid e ver o endereço direitinho antes de ir (existe uma El Ateneo na Calle Florida, mas ela é uma livraria comum). No palco do teatro fica o café da livraria.

Av. Santa Fe, 1860

Abre de Segunda a quinta das 9h às 22hs, Sexta e Sábado das 9h às 00hs e Domingo das 12h às 22hs

 

Galeria Guemes – Enquanto eu fazia o meu roteiro pra viagem, tinha marcado como essencial a visita guiada do Palácio Barolo (que fica próximo a praça do Congresso e tem uma vista maravilhosa da região do outro lado da 9 de julio). Mas já tinha listado o mirante da Galeria Guemes pela perspectiva de ver a zona central de cima. A Galeria Guemes fica na Calle Florida, além de ter um mirante ela também tem uma arquitetura belíssima (vide foto abaixo com uma das cúpulas do prédio vistas de dentro).

 

 

A entrada para o Mirante custa 100 pesos/10 reais e só funciona das 15hs às 17h40, para visitá-lo é só se dirigir aos elevadores que ficam bem em frente a essa cúpula da foto acima e subir até o 24º andar. Também fui super bem recepcionada nesse lugar.

 

 

galeriaguemes.com.ar/mirador

Aberto de Segunda a Sextas das 15h às 17h40

Entrada por 100 pesos

 

3º DIA – CENTRO | PALERMO

Galerias Pacifico – No sábado amanheceu chovendo (único dia de chuva na viagem toda) e por isso dormi até um pouco mais tarde enquanto o meu grupo foi no Café Tortoni (passeio que fiz na primeira vez que fui) e no El Ateneo Grand Splendid. Lá pelas 11hs fomos até a Galeria Pacífico levei dois amigos da viagem para conhecer o shopping. A foto abaixo é da viagem de 2016 por motivos de: dessa vez tinha uma árvore de natal enorme da Carolina Herrera bem na frente da pintura.

 

Como eu não podia ir viajar e não prestar atenção em Visual Merchandising, fui obrigada (:p) a tirar uma foto da Julieraque (uma loja de maquiagens e perfumes da Galerias Pacífico). A vitrine foi assinada pelo Tano Veron, um artista super conhecido pelos cartazes que coloca pela cidade (infelizmente não encontrei nenhum pelo caminho, no instagram  ele também divulga cursos de stencil e feiras que ele participa na cidade).

Além de valorizar os artistas locais e a street art, adorei a ideia de uma árvore de natal com latas de tinta spray e o adesivo como aplicação de stencil (foge do comum, é criativa e ainda é uma vitrine bem barata para uma vitrine de Natal).

Av. Córdoba, 550

Aberto todos os dias das 10h às 21hs

 

Casa Rosada (visita guiada) –  Esse é um passeio que precisa ser agendado com antecedência e eu queria muito que os meus amigos da excursão tivessem lido sobre esse agendamento antes de nos conhecermos 🙁 fiz esse passeio sozinha enquanto eles almoçavam. A entrada na Casa Rosada só é possível se você agendar a visita guiada pelo site  https://visitas.casarosada.gob.ar/ e a agenda abre sempre 15 dias antes da data que tu vai escolher, como eu queria fazer a visita no sábado do dia 29 de Dezembro precisei agendar a visita no dia 14 de Dezembro.

 

A visita é gratuita e é necessário apenas um documento para o agendamento (RG ou nº do passaporte), existem visitas em inglês, espanhol e português. A não ser que você tenha uma fluência em espanhol, eu recomendo agendar a visita em português (horário das 13hs no Sábado). Além da guia ser muito querida, você também não perde nenhum detalhe da história e aproveita mais a visita.

 

A entrada da visita é feita pela frente (bem em frente a praça) e o processo de entrada foi bem rápido considerando o número de pessoas. Segunda a guia, o nosso grupo era enorme e por isso tivemos dificuldade de ficar em algumas salas e a visita que demora 1h demorou 1h30.

A visita passa pelo escritório do presidente da Argentina, Marcelo Macri, e pelo elevador que ele usa (tem um lustre dentro do elevador). Como eu gosto muito de arquitetura acabei focando nos detalhes da casa na hora de fotografar.

 

 

 

 

Balcarce, 50

O único modo de entrar na Casa Rosada é agendando a visita guiada aos Sábados.

visitas.casarosada.gob.ar

 

Palermo – Em 2016 quando fui pra Bsas, no domingo fizemos a feira de San Telmo pela manhã e a tarde fomos para Palermo andamos em todos os parques e ainda fomos na feira de Palermo. A dica é NÃO FAÇA ISSO rsrsrs quase matei minha mãe de cansaço (e olha que ela é acostumada com as minhas andanças).

Agora dessa vez focamos em passeios bem leves durante a manhã e Palermo a tarde (e mesmo assim foi cansativo). Eu ainda dividiria Bosques de Palermo, Rosendal e Jardim Japonês em um dia e Palermo Soho e Hollywood em outro dia. Porque acabamos ficando só pelo lado dos parques dessa vez.

 

Jardim Japonês – Da Casa Rosada seguimos no nosso grupo para o bairro Palermo de metrô, descemos na estação Plaza Italia e seguimos reto a rua até dobrar na rua. Na primeira vez que fui pra Bsas eu tava tão cansada de andar que não encontrei o Jardin Japonês e acabamos ficando pelo Parque 3 de Febrero e no Rosedal.

Como chegar

 

 

O Jardim Japonês é o único parque dos Bosques de Palermo que cobra a entrada. Ela custa 120 pesos/12 reais por pessoa e o lugar além de lindo é organizadíssimo (vale cada centavo). Próximo a uma das saídas do parque fica uma floricultura do Jardim Japonês, nunca tinha visto tantos bonsais juntos.

 

 

Parque 3 de Febrero | El Rosedal

O parque 3 de Febrero é um parque aberto e enorme, próximo ao lago fica uma das entradas do Rosedal (que é um parque fechado, mas gratuito). Na manhã do Sábado choveu muito e quando chegamos a tarde para visitar o Rosedal ele estava fechado 🙁 Conversamos com algumas pessoas que trabalham no parque e nos contaram que ele entra em manutenção e é fechado se estiver molhado, e essa é uma forma de preservar o local.

 

El Rosedal não abre nas vésperas e no dia de Natal e Ano Novo, como fomos no dia 29 ainda tínhamos como ter voltado no Domingo (mas acabamos achando longe demais pra voltar). Em 2016 entramos no Rosedal e fiz essas fotos abaixo, o lugar é lindo e foi uma pena não conseguirmos visita-lo dessa vez.

 

 

 

Dessa vez olhamos pela grade e ele também estava cheio de rosas, então em Abril e Dezembro é certo que o parque está florescido. Não sei ao certo quais os meses que não vale a pena visita-lo, mas creio que no forte do inverno ele não resista ao frio.

 

 

Planetário Galileu Galilei

Quando chegamos no planetário ele já estava fechado, mas a paisagem dele e do lago valem a visita.  Fiquei curiosa pra visita-lo a noite, mas acabamos não voltando (como falei no início, esse passeio por Palermo é bem cansativo e nesse dia estava mais quente).

Av. Sarmiento s/n (a forma mais fácil de chegar lá se você está no parque é seguir sempre reto pela Av. Sarmiento em direção contrária a Plaza Itália).

Abre de Segunda a Sexta das 9h30 às 17hs, e Sábado e Domingo das 12h às 19h30

 

Arcos del Rosedal

Se você seguir reto pela entrada do El Rosedal logo depois encontra o Museo Savori (que já estava fechando quando tentei entrar) e logo depois fica uma área super bonita com vários restaurantes e um Starbucks. Pelo que pesquisei o lugar é super novo e quando fomos era final do dia e estava bem cheio.

https://www.instagram.com/p/BXa6ZSEg6m-/

 

Avenida del Libertador, 3887

 

 Chori

Nos Arcos del Rosedal fica o Chori, um restaurante/lanchonete super bonito que serve uma infinidade de tipos de choripan. Como eu sou meio chata com carnes, acabei optando por esse da foto abaixo com chimichurri (tava com tanta fome que nem fotografei o meu rsrs a foto abaixo é do Chori).

 

Foto das redes sociais do Chori

 

4º DIA – SAN TELMO | PUERTO MADERO

Feira San Telmo

Na primeira vez que estive em Buenos Aires fiquei em um hotel na Carlos Pelegrini (rua lateral ao lado da Av. 9 de Julio) e na manhã de domingo fomos até a feira de San Telmo seguindo sempre reto a 9 de Julio. Dessa forma conseguimos ver melhor o bairro e já chegamos vendo a feira na Praça Dorrego. Seguimos pela Calle Defensa e terminamos a feira novamente no centro (próximo ao nosso hotel).

 

Dessa vez começamos a feira no centro (próximo a Plaza de Mayo) pela Calle Defensa e seguimos reto até San Telmo. Não conseguimos nem chegar até a Praça Dorrego porque o passeio ficou muito cansativo (o dia estava maravilhoso, com uns 20 graus em pleno Dezembro. Mas a calle Defensa estava cheia de obras e isso prejudicou a feira). Então sugiro começar sempre da Praça Dorrego.

Mercado San Telmo

Da primeira vez acabei não enxergando o Mercado de San Telmo, dessa vez quem viu foram meus amigos rsrs. O mercado é um lugar bem legal pra conhecer, é repleto de lugares pra comer e lojinhas de antiguidade.

 

Não fotografei a feira, mas essa banca Filomena é bem o tipo de coisa que se vê fora do mercado também. As antiguidades ficam concentradas na Praça Dorrego, enquanto a Calle Defensa acaba ficando com os comerciantes que vendem souveniers.

 

Nessa última foto em cima da mesa vemos essas garrafas antigas com sifão. Antigamente elas eram usadas para manter sodas e refrigerantes com gás, por isso o sifão na ponta. Como são antiguidades, elas são caras e vendidas principalmente no Mercado de San Telmo e na Praça Dorrego.

 

Mafalda

A fila para tirar foto no banco com a Mafalda estava enorme (não vimos nem onde terminava). Pelo movimento, creio que quem não quer perder muito tempo em fila deva ir durante a semana.

Mafalda no corredor de uma das estações de Buenos Aires

 

Restaurante Shami

Na Calle Defensa tem vários restaurantes com muitas opções (principalmente opções com Ojo de Bife e bife ancho), mas o que chamou nossa atenção foi esse restaurante árabe super bem decorado e com uma equipe bem legal.

O sistema deles é o mais prático possível, os menus estão nas mesas mas os pedidos são feitos diretamente no caixa. O pagamento do pedido é feito no caixa antes de retirar o pedido e isso facilitou muito nossa vida, como falei lá em cima, Bsas tem um problema crônico em fazer comandas separadas.

A limonada deles com hortelã é maravilhosa, se limão não oxidasse eu teria levado mais uma garrafa pra tomar mais tarde. A batata é sequinha e o molho é bem suave e perfeito pra comer com a batata. Lá eles tem um cardápio bem extenso e bem árabe, tem esfirra, falafel, kebab.

 

Puerto Madero de dia

Como passamos o Ano Novo no Puerto Madero, resolvemos ir antes durante o dia pra conhecer ele das duas formas. Tentei levar o meu grupo na associação de pesca (onde fica uma porta giratória que fez parte da Art Basel no ano passado), mas depois de caminhar até a ponta do Puerto Madero descobrimos que somente associados podem entrar.

 

 

Freddo

Fomos na Freddo, mas depois conversando com o pessoal da excursão descobrimos que tem um lugar que vende picolés enormes (e bem diferentes) e também fica no Puerto Madero que é o Lucciano’s.

Freddo – Av. Alicia Moreau de Justo 292

Lucciano’s – Av. Alicia Moreau de Justo, 390

 

5º  DIA (véspera de Ano Novo) – MUSEO DAS ÁGUAS CORRIENTES | CONGRESSO NACIONAL | PUERTO MADERO

 

Como era véspera de Ano Novo, não acordamos cedo e resolvemos ficar pelos arredores da 9 de Julio para não cansarmos demais. Caminhamos pela 9 de Julio e entramos na Av, Córdoba, antes de chegarmos no Palacio de las Aguas Corrientes, paramos no Pizza Alla Pala.

Nessa viagem fiquei especialista em empanadas e ainda não tinha provado nenhuma folhada, no Pizza Alla Pala além de pizzas em pedaços, eles tem empanadas folhadas e donuts.  Pirei nesse piso em xadrez vichy, as embalagens também seguiam o mesmo padrão.

Não lembro o valor das empanadas, mas de modo geral não paguei mais do que R$ 5,00 em uma durante a viagem toda. Pedi uma empanada de carne moída e além da massa ser folhada, o molho deles é sensacional. Os donuts custavam 24 pesos (R$ 2,40) mas eu não provei.

 

Palacio de las Aguas Corrientes

Seguimos reto a Av. Córdoba até a próxima quadra e chegamos ao Palacio de las Águas Corrientes, que estava fechado para visitação em função do Ano Novo. Essa é uma das construções mais bonitas de Buenos Aires, e as fotos que tirei nem conseguem mostrar o tamanho desse prédio e a quantidade de detalhes dele.

 

 

Riobamba, 750 (esquina Av. Córdoba)

Visitas de Segunda a Sexta das 9h às 13hs e das 14hs às 17hs

Visitas Guiadas nas segundas, quartas e sextas às 11hs

www.aysa.com.ar/Que-Hacemos/Concientizacion/Programa-Cultural/Palacio/palacio_de_las_aguas_corrientes

 

Congresso Nacional

Seguimos pela Riobamba até o Congresso Nacional, eu já tinha ido até o Congresso no dia que fui na Galeria Guemes (naquele dia caminhei 23,6km segundo o app do meu celular) e o dia ficou bem nublado quando cheguei lá. Nessa segunda vez o dia estava ensolarado e as fotos ficaram mais bonitas.

 

Em frente ao Congresso fica a Praça do Congresso e próximo a praça fica o Palacio Barolo (que ficou para uma próxima viagem a Buenos Aires, porque a lista de lugares pra visitar nunca acaba rsrs).

 

Av. Rivadavia 1864

 

Carrefour

Como era dia 31 de Dezembro o mercado funcionou até às 18hs e pra que não fossemos os culpados por manter pessoas trabalhando até tarde em plena véspera de ano novo, fomos no mercado umas 15hs. Compramos coisas para uma lentilha que fizemos em grupo com o pessoal da excursão no hostel e bebidas para levar pro Puerto Madero.

Também aproveitei pra comprar vinhos e alfajores, já tinha pesquisado sobre os vinhos argentinos e não queria comprar nada muito caro (meu lema nessa viagem rsrs). Comprei um vinho rose pra levar no Puerto Madero e os da foto abaixo já são os vinhos que trouxe aqui pra casa, nenhum custou mais de 100 pesos (sim, 10 reais!!).

 

O único vinho dos que comprei que já tinha ouvido falar super bem é o Dadá, o restante comprei na sorte. Já abri o Nolita Sweet (que era o que eu tinha medo que fosse ruim, mas é ótimo), ele tem um frescor ótimo pro verão e é doce na medida certa.

Dadá e San Telmo são vinhos tintos, então ficarão pro inverno. Finca las moras é o nome da vinícola que também produz o Nolita e o Dadá, então creio que ele seja bom também.

 

Puerto Madero – Noite de Ano Novo

Fomos para o Puerto Madero perto das 23hs e foi super tranquilo andar a pé pelo centro (já tínhamos feito caminhadas a noite no centro, mas não em direção ao Puerto Madero). As pessoas não usam branco na virada de ano como no Brasil, mas todo o restante é igual. O Puerto Madero estava lotado (principalmente a Puente de La Mujer), os bares oferecem festas fechadas nessa data mas encontramos outros que vendiam bebida e deixavam entrar sem necessidade de ter reservado (ficamos em frente ao Dandy Deli).

É um lugar bem tranquilo pra passar o Ano Novo, não vi nenhuma briga nem tumultuo e tinham muitas famílias. Voltamos para o hostel próximo das 6hs e não tivemos nenhum problema em fazer o trajeto a pé.

 

6º DIA – RETIRO

1ª DE DEZEMBRO – O QUE ABRE: Tive muita dificuldade em achar essa informação quando procurei no Google antes de viajar, então resolvi fazer um tópico sobre isso.

Para comer: Estavam abertos a Pizzaria Genova (Av. Corrientes 872) que serve umas empanadas bem boas, o Mostaza que é tipo um Mc Donalds de lá, o Kentuchy (Av. Corrientes 961) que aparentemente não fechou nem na virada de ano e foi o lugar que eu mais comi nessa viagem. O atendimento deles é ótimo no balcão e péssimo no salão, demoramos a entender que apenas as pizzas podiam ser pedidas nas mesas mais ao fundo do salão e no mezanino e nesse dia brigamos com os garçons.

 

O Kentucky que eu fui fica próximo ao Obelisco tem uma área para quem pede pedaços de pizza e empanas (me julguem, mas pra mim é uma das melhores), uma área de café com pedaços de torta, medialunas e sorvete de máquina. E uma área de self service com limonadas prontas, sanduíches frios e pedaços de tortas para levar.

Valores de 12/2018: Empanada 36 pesos (R$ 3,60) Combo duas empanadas + chopp por 120 pesos (R$ 12,00).

Outro lugar que abriu foi o Lucciano’s do Puerto Madero, foi nesse dia que descobri que fui na gelateria errada e quase larguei tudo e desci até o Puerto Madero rsrs.

Compras: A maior parte dos kioskos estavam abertos , todos o mercados estavam fechados (incluindo o Carrefour 24hs), na Calle Florida algumas poucas coisas estavam abertas, uma delas era a Farmacity.

Metrô/ Trem: Os metrôs e trens funcionaram normalmente (com horários de final de semana).

 

Plaza San Martin

Um dos meus filmes preferidos da vida é o argentino Medianeras, pra quem não viu o filme ele fala bastante da arquitetura de Buenos Aires e de algumas histórias da cidade. Uma delas é justamente a Plaza San Martin e o Edificio Kavanagh, então esse era um lugar que eu não queria deixar de fora do roteiro. Como quase nada abre no dia 1º de janeiro deixei esses passeios ao ar livre para esse dia.

 

Estação Retiro

A Estação Retiro não estava no meu roteiro, mas no meio da manhã recebi um áudio do restante do meu grupo (que foi para o Tigre) falando que a estação era linda e que eu devia ir até lá conhecer. A estação Retiro conta com linha de metrô e trem, os trens de lá vão para cidades vizinhas.

Essa estação tem um fluxo diário de 60 mil pessoas, mas como fui em um feriado estava super tranquila. Imagino que pra fotografar ela em dias de semana deve ser bem complicado.

Estação Retiro

Av. Dr. José Maria Ramos Mejia, 1430

Vinos Argentinos

Fui com um amigo que não tinha comprado nenhum vinho e também ia embora no dia 2 de Janeiro. Pelo que pude notar, esse era o único lugar aberto para comprar vinhos no dia 1º de Janeiro no Centro.

Os donos são brasileiros, o atendimento é impecável e além da decoração ser super bonita eles também tem uma área de degustação dos vinhos e espumantes (e aceitam reais).

 

Calle Tucumán, 565

 

 

05
dez
2018

Pantone divulga a cor do ano 2019

por em Inspirações, Moda

Quando entra o mês de Dezembro eu começo a ficar de olho no site da Pantone, porque sei que a qualquer momento ela pode divulgar a co do próximo ano. Hoje de manhã entrei no site e tava tudo normal, agora de noite veio a divulgação da cor e ela é linda(!).

 

O Pantone 16-1546 é um coral vivo (nem pastel, nem vibrante) e foi descrito pela Pantone como um tom otimista, positivo, animador e energizante.

 

03
dez
2018

3 Livros para inspirar e despertar a criatividade

por em Inspirações, Moda

O atual cenário das livrarias no Brasil, me fez pensar em no quanto temos substituído a atenção dos livros pelas séries e resolvi fazer um post listando os livros mais legais que li sobre empreendedorismo e criatividade. Desde de pequena eu leio bastante, fui aquelas crianças que frequentavam bastante as bibliotecas da escola e quando fui pra faculdade segui com o mesmo hábito. Também amo aqueles livros bem bobinhos de literatura estrangeira, do tipo que a gente lê pra se desligar do dia-a-dia.

Ilustração de Yelena Bryksenkova – via Pinterest

 

Roube como um artista | 10 dicas sobre criatividade – Austin Kleon pela Editora Rocco

Vi esse livro no carro de uma amiga há dois anos e fui lendo ele em um curto percurso que fizemos juntas no meio do trabalho. Um mês depois, no dia que eu sai desse trabalho, ela foi na minha casa com o livro e uma dedicatória linda pra mim <3

O que eu gostei de cara no livro foi da facilidade de ler ele, o Austin Kleon tem uma escrita leve e bem objetiva. Você consegue ler um pouco, tirar alguma lição de criatividade, parar e retomar depois sem ficar perdida(o).

Das dicas mais valiosas, não vou contar todo o livro né?! Ele fala que deveríamos manter uma parte da mesa de trabalho online (com o notebook e celular) e outra offline (com materiais como cadernos e lápis) onde a criatividade pudesse fluir no off e só depois ser editada no on. Eu achei tão verdade essa parte do livro, como dá pra notar pelas fotos desse post eu tenho um monte de cadernos espalhados pela minha sala e sempre achei mais importante escrever e desenhar neles do que no note.

Outra dica maravilhosa do livro é sobre não jogar nenhuma parte sua fora, sabe quando você começa uma nova empreitada e resolve que todo o resto precisa ficar pra trás? Então, o Austin fala que “você pode cortar algumas paixões da sua vida e focar somente em uma, mas depois de um tempo, começará a sofrer a dor da amputação”. Pra mim, essa é uma das partes mais intensas do livro porque é sobre se sentir criativamente completo.

 

Empreendedorismo para subversivos | Um guia para abrir seu negócio pós – capitalismo – Facundo Guerra pela Editora Planeta Estratégia

Eu já tinha uma admiração enorme pelo Facundo Guerra, o argentino radicado e apaixonado por São Paulo é responsável pela noite de sp com o Vegas, Cine Jóia, pela revitalização da parte de cima do viaduto 9 de Julho transformado em Mirante 9 de Julho e mais recentemente, no Bar dos Arcos que fica embaixo do Teatro Municipal.  Então quando o livro foi lançado há um ano eu não podia deixar essa oportunidade de ter as ideias do Facundo organizadas em 239 páginas.

O que eu mais amo no livro é a clareza e a total falta de sutileza ao falar sobre fracasso nos negócios. É um livro sobre a essência do empreendedorismo do Facundo, um misto de preocupação com a revitalização dos lugares esquecidos de São Paulo, com idéias muito boas, + realidade – ostentação, quedas e novas ideias melhores ainda. Ou seja, um ciclo que nunca se fecha.

#GIRLBOSS – Sophia Amoruso pela Editora Seoman

Se tu viu a série do Netflix, é melhor não atrelar ela ao livro. Enquanto na série retrataram uma Sophia muito caricata, no livro a essência dela e de um empreendedorismo feito sem intenção fica bem mais visível e fácil de entender a trajetória. O livro traz dicas de como ser uma Girl boss sendo empreendedora ou tendo o emprego dos sonhos na empresa de outra pessoa. A parte que mais gosto dele são as entrevistas com outras Girl Boss, a mais inspiradora pra mim é a Madeleine Poole (@mpnails no insta) ela fala como em meio a muitos empregos descobriu uma verdadeira paixão por estampas e desenhos e se especializou como Manicure trabalhando em editoriais, comerciais e em linhas de produtos próprias.

01
nov
2018

Séries para maratonar na Netflix e fora dela

por em Séries

Novembro tem dois feriados prolongados e os dois últimos do ano, momento perfeito pra viajar ou maratonar séries. A Netflix tem lançado muitos títulos legais nos últimos meses, então listei os mais legais:

Maniac

Já tinha gostado do teaser e do elenco, o seriado é estrelado pela Emma Stone e Jonah Hill demorei um pouco pra assistir porque tinha visto algumas criticas ruins sobre o seriado ser meio anos 80 (odeio rsrs). Mas depois de um tempo resolvi ver e na verdade ele não é ambientado em só uma época, ele é uma viagem então cada história se passa em uma época diferente.

 

 

The Good Place (3ª temporada)

CONTÉM SPOILER | No final da segunda temporada os quatro voltam pra terra e na terceira temporada a Janet e o tentam unir eles novamente na tentativa de fazer com que eles aprendam algo de bom e não voltem para o Bad Place. Fiquei com medo da série se perder, mas continua ótima e levinha.

 

Maldição da Residência Hill

Uma das primeiras séries de suspense/terror da Netflix <3 ela tem seus momentos aterrorizantes, mas não tem a parte ruim de perder o sono a noite. Tensa e super emocional, ela conta a história de uma família com cinco irmãos que são aterrorizados na infância por uma casa mal assombrada. Anos depois já adultos eles tentam se livrar dos traumas, mas a maldição parece aterrorizar alguns membros da família mesmo fora da casa. Começa mais leve e vai ficando bem aterrorizante.

 

O Mundo sombrio de Sabrina (reboot)

Pra quem tem 30 e poucos que nem eu e via Sabrina aprendiz de feiticeira, esse reboot é bem diferente da série original. Muito mais sombrio a Sabrina de 2018 é super engajada nas causas feministas do colégio mortal onde estuda em Greendale e não leva desaforo pra casa no mundo imortal (regras? não há regra). A série foi lançada na Netflix dia 26 de Outubro, cada episódio tem mais ou menos 45 min e eu estou no 7º episódio já bem viciada 😉

 

Fora da Netflix

 

American Horror Story – Apocalipse 

Começa com o final do mundo e no início parece um tanto chata (uma casa é praticamente o único cenário dos primeiros episódios). Até que os personagens e histórias de Coven, Murder House e Hotel se encontram e tudo fica muito mais interessante, achei muito inteligente o roteiro do Ryan Murph ter conseguido justificar a união de quatro temporadas em uma única história sem deixar nenhuma falha de roteiro.

A série ainda está no 8º episódio, espero que essa coerência de roteiro siga até a season finale.

 

Riverdale (3ª Temporada)

Não sei vocês, mas eu não aguento mais os Archie rsrs mas mesmo assim comecei a ver a 3ª temporada na semana passada e ainda acho que a série vale a pena. O primeiro episódio é tão denso que os 45 min de duração parecem 60 min pra mim, uma mistura de rituais estranhos e do julgamento do Archie. A 2ª temporada entrou recentemente na Netflix e vale a pena tanto pra quem não viu, quanto pra quem não lembra direito do final pra seguir com a 3ª temporada.

 

 

 

 

 

23
out
2018

VM | Inspiração para as vitrines de Natal

por em Visual Merchandising

Última semana de Outubro e já estamos praticamente no final do ano, pelo menos pro calendário do varejo 😉 A entrada do Black Friday no calendário comercial das empresas acabou empurrando as vitrines de Natal pro final de Novembro, então dei uma calculada e achei que ainda dava tempo de falar sobre inspirações para vitrines de Natal.

 

 

Pra mim as melhores vitrines são sempre as da Bergdorf Goodman, além de artesanais elas sempre contam uma história com proposito e as vitrines de Natal fogem do combo árvore de natal, caixa de presente, bola de natal que eu acho tãoo previsível e chato. No ano passado o tema foram as instituições culturais de Nova York, cada vitrine era ambientada em um museu/instituição e o resultado foi lindíssimo.

Brooklyn Academy of Music – BAM

 

Cada vitrine recebeu um adesivo no canto direito indicando qual museu ou instituição que representava, minhas preferidas são a do Museu de Imagem e da Filarmônica de Nova York. No Vídeo abaixo a Linda Fargo fala um pouco sobre o processo de criação dessas vitrines:

 

Museum of the Moving Image

 

New York Philarmonic | The New York Botanical Garden

 

American Museum of Natural History | New York Historical Society

 

Acho tão entediante usar os mesmos elementos todo o ano, que resolvi trazer exemplos de vitrines que fugiram do óbvio.

A Burberry trouxe balões que além de suspenderem as caixas no ar, também expuseram bolsas e guarda-chuvas da marca. Com apenas um manequim, os balões suspensos e as bolas no chão ajudaram a preencher bem a vitrine sem pesar na exposição.

 

Também com pouquíssimos elementos, a vitrine ganhou forma com o revestimento de bolas de Natal.  É interessante notar que os looks foram destacados nos manequins dourados, se eu pegasse um projeto de manequins e bolas de natal da mesma cor certamente acharia demais ter as duas coisas na mesma vitrine. Mas a escolha dos looks cinza e prata se destacaram no mar de dourado e deu super certo.

 

A Moschino achou um jeito super criativo de colocar árvores de natal nas suas vitrines, sem deixar o tema tão óbvio. Com manequins enormes, as saias criam o efeito amplo e ali criou-se um mini cenário de Natal.

 

A Dior trouxe suas bolsas ícone suspensas em mini nuvens, criando uma leveza na vitrine enquanto o fundo vermelho dá mais destaque para o produto e para o branco das nuvens (uma pena que esse mesmo destaque é dado para o cabo de aço :(). Essa vitrine não é uma vitrine de Natal, mas seria uma solução bem prática para lojas de acessórios (eu ainda adicionaria um adesivo com um lettering bem natalino <3).

 

 

Apesar de achar que caixa de natal é uma coisa super manjada, ainda acho que para algumas soluções elas são ótimas. Essa caixa enorme, por exemplo, serve como um ótimo display. Claro que nessa imagem falta fundo na vitrine, uma escolha melhor de produtos, um melhor acabamento no chão da vitrine (enfim, claramente não está terminada, mas é uma ótima ideia).

 

 

Outro exemplo de caixas, mas nesse caso o que me chamou mais atenção foi o acabamento de fundo da vitrine e o adesivo. Apesar da ideia ser muito boa e das caixas preencherem um bom espaço, sinto falta de destacar algum produto e da interferência de muitas estampas no mesmo espaço (fundo estampado, estampa nos balões, estampa nas caixas). Fica de inspiração o bom uso de elementos suspensos e uma vontade doida de usar esse fundo em algum trabalho 😉

18
out
2018

Design minimalista nos cosméticos

por em Beleza

Nas minhas pesquisas diárias pelo Pinterest comecei a ver muitos banheiros lindos com embalagens de shampoos, condicionadores e sabonetes super minimalistas. A única que eu conhecia era a Aesop, então comecei a achar que as pessoas estavam usando embalagens minimalistas e comprando apenas refils (o que seria louvável). Mas também lembrei que aqui no Brasil conheço poucas marcas com esse tipo de incentivo (Natura e a L’Occitane)

 

Comecei a pesquisar mais a fundo e inclusive lembrei de algumas marcas que já tinha visto por ai (a fofa Glossier, por exemplo). E também comecei a olhar as embalagens cheias de informações e layout divertido com um certo ranço, porque nessa tentativa de se diferenciar as marcas acabaram ficando todas iguais e cansativas.

Com lojas na Oscar Freire e na Vila Madalena, a australiana Aesop tem 32 anos de mercado. Com design minimalista, funcional e sustentável, mas reconhecível de longe, as lojas também seguem a mesma linha de design com predominância da madeira e do cimento queimado.

 

A também Australiana Aspar vem de Aurora Spa Rituals, com 18 anos de mercado ela começou desenvolvendo produtos para hotéis e spas e só depois expandido para loja online e varejo na Austrália. Os ativos dos produtos são botânicos e livres de parabenos, lanolina, sulfatos, SLS, óleos minerais, corantes artificiais e fragrâncias. No caso da Aspar, acho que o design minimalista vem da origem dela, normalmente os produtos que vemos em redes de hotéis e spas costumam ter embalagens mais discretas por não precisarem ter um apelo comercial.

 

A The Ordinary pertence a canadense Deciem (que detém mais nove marcas além da The Ordinary) e tem apenas cinco anos de mercado. A comunicação do grupo é bem prática e fluida, o que faz ainda mais sentido quando vemos o design minimalista dos produtos, tudo se comunica super bem <3 Os produtos da The Ordinary ficaram conhecidos por serem bem acessíveis (custam em média $20), o Sérum de $10 caiu nas graças da Kim Kardashian e dai não precisou muito pra marca ficar suuuper conhecida.

A empresa tem uma filosofia bem clara sobre não testar seus produtos em animais (não acredito que ainda precisamos falar sobre isso em 2018) até ai tudo ok, né? Eis que a Estée Lauder, grupo canadense dono da MAC,  comprou 28% da companhia. Como sabemos, infelizmente a MAC ainda faz testes em animais e quando comecei a pesquisa pra fazer esse post e descobri a compra achei que algo não fazia sentido.

Segui minha pesquisa e nessa última semana o caos foi instaurado na Deciem, desde Janeiro desse ano o Instagram da marca vinha sendo administrado pelo próprio Brandon Truaxe (CEO e fundador da Deciem). Que além das postagens bizarras, fez do perfil da marca um tipo de veículo de comunicação interna da empresa. Na semana passada as coisas sairam totalmente do controle e a ele foi substituído do cargo, a Elle fez uma matéria bem legal explicando todas as postagens com uma linha do tempo bem explicativa.

Espero que o grupo se recomponha e a marca mantenha a identidade minimalista e volte a ter a comunicação fluida e imagem idônea que fizeram o grupo e a marca crescerem tanto em tão pouco tempo.

 

Pra mim a marca que explica melhor o porquê o design minimalista pode ser um ótimo caminho para algumas marcas. A Brandless é uma marca norte americana que não vende apenas cosméticos, o portfólio deles é enorme e enlouquecedor (chateadissima porque eles não entregam no Brasil) eles vendem desde barras de cereal, molho de tomate, macarrão até creme de barbear, shampoo e pasta de dentes. Mas isso rende outro post!

A Brandless não tem logo, trabalha apenas com embalagens coloridas e um retângulo branco informando qual o produto e algumas caraterísticas dele. A empresa não trabalha com verba de Marketing e por isso não repassa esse custos para os clientes, ou seja, a marca não trabalha sua divulgação e possui apenas um e-commerce. Mas em contrapartida, oferece produtos de qualidade (sem sulfatos, sem ftalatos e sem fazer teste em animais <3) por $3 (alguns produtos possuem combos do tipo 3 produtos por $3).

A marca da blogueira Emily Weiss (do blog Into the Gloss) tem quatro anos no mercado e é focada em cuidados para a pele e mais recentemente, em maquiagem com o lançamento de sombras super pigmentadas. A ideia da Glossier é reduzir ao máximo a quantidade de produtos que usamos e manter o mesmo resultado final (amém!) e pra seguir esse alinhamento as embalagens, além de serem minimalistas e lindas, também seguem esse mesmo racional de desperdício. Além disso ela não testa em animais e a maioria dos produtos é vegana <3

 

 

Finalmente uma marca brasileira <3 fundada em Florianópolis pela Patricia Lima, a Simple Organic é orgânica, vegana e não testa em animais. Tem uma linha bem extensa de maquiagem com blush e iluminador (as embalagens mais lindas e minimalistas), batons, máscara de cílios, corretivos, delineador e demaquilante. E uma linha de cuidados para a pele com hidratante de abacate, sérum facial, manteigas de murumuru e cupuaçu. A marca já fez a beleza de quatro desfiles da A Lá Garçonne (marca do Alexandre Herchcovitch e do Fábio Souza) e nessa semana abriu o primeiro quiosque franqueado no shopping Batel em Curitiba.

25
set
2018

Composições incríveis sem manequins

por em Visual Merchandising

É muito comum termos um certo vício em usar sempre manequins como forma mais fácil de compor uma vitrine. Amo manequins, mas as vezes a melhor forma de oxigenar a exposição e atrair a atenção dos clientes é mudando completamente a configuração da vitrine. Tenho visto tantas formas legais de comunicar em uma vitrine sem usa-los, que resolvi reunir uma série de exemplos legais de referências.

 

Na primeira foto a vitrine conta uma história de forma bem eficaz trazendo como pano de fundo uma viagem onde a mala e o adesivo de chão são indispensáveis. A temática viagem fez com que a vitrine mesmo sem ter manequim pudesse trazer bem mais produtos (vide dois chapéus, três óculos e dois sapatos) além do look central.

 

 

Nessa referencia os painéis preenchem muito mais a vitrine do que se tivéssemos manequins, dando a altura necessária para que os looks chamem atenção desde longe. Com foco nos acessórios, a vitrine só perdeu o espaço para as calças (o que poderia ser facilmente resolvido se os painéis fossem mais largos e as calças fossem dobradas lateralmente).

 

Outro exemplo de temática bem aplicada, é a vitrine da Hermés Tóquio que traz como cenário um quarto de vestir com pouquíssimos elementos. O que me incomoda um pouco é a exposição lateral do casaco sem detalhe algum nas mangas que justificasse a posição.

 

 

A vitrine montada especialmente para o evento da Vogue, o Fashion Night Out que visa aquecer o mercado de moda de várias cidades em uma mesma noite, também dispensou manequins e encontrou uma forma de chamar atenção em meio a tantas vitrines temáticas de um mesmo evento. A altura das caixas (presas por cabos de aço) que imitam polaroides, facilita a visualização da vitrine antes mesmo do consumidor se aproximar da loja e o atrai até lá mais facilmente. Nesse caso a calça foi adicionada sendo levemente dobrada para caber no espaço, mas sem perder a missão de mostrar como usar a peça para o cliente.

 

Fotos: Pinterest

19
set
2018

Lola Cosmetics lança linha de maquiagem 100% vegana

por em Beleza

Já tem muito tempo que a Lola Cosmetics tem conquistado nossos corações com produtos que além de cumprirem exatamente o que prometem, não possuem ingredientes de origem animal (são veganos) e não testam em animais (são livre de crueldade animal). Em 2015 a marca tentou lançar uma linha de maquiagens, mas teve um problemão com o nome usado na água micelar e acabou tirando toda a linha do mercado.

 

Na semana passada, eles lançaram novamente a OH! Maria Linha de maquiagem vegana <3 que por enquanto está disponível apenas nas lojas conceito da marca.

 

A linha conta com três paletas de sombras, três cores de duos de contornos, três cores de blushs, três cores de iluminadores, quatro lápis metalizados, quatorze cores de batom bala (amei a quantidade e os tons), quatro cores de batons jumbo (acho tão mais prático esse formato de batom), oito cores de gloss e sete cores de batom líquido matte.

 

Da primeira vez que a linha foi lançada, ela era mais completa e tinha uma gama enorme de tons de base, que na minha opinião foi o que mais fez falta dessa vez. Sigo aguardando o lançamento de mais itens e também esperando que a Lola abra a venda de maquiagem pra lojista, já tô sonhando em ter make vegana na Beauté em Porto Alegre <3

 

Imagens: Facebook e Instagram Lola Cosmetics

18
set
2018

Red Carpet Emmy Awards 2018

por em Séries

A premiação de entrega do Emmy Awards aconteceu ontem á noite e reuniu o elenco das séries vistas no último ano, os canais que levaram mais estatuetas foram a HBO e o Netflix, seguidos da NBC.

Minhas maiores decepções foram Sarah Oh do seriado Killing Eve (não consigo entender como ela não ganhou e como o seriado não teve mais indicações) e Ted Danson do seriado The Good Place não ter ganhado Melhor Ator em série de Comédia.

Meu outro preferido, O Assassinato de Gianni Versace: American Crime Story mereceu ganhar o premio de Melhor Minissérie, Melhor Direção para Ryan Murphy e Melhor Ator para Darren Criss e ficar em quarto lugar entre os seriados mais premiados (atrás de GOT, Saturday Night Live e The Marvelous Mrs. Maisel).

Abaixo a lista de ganhadores da noite e mais abaixo a galeria com os looks do Red Carpet:

Melhor Série de Drama
Game of Thrones

Melhor Série de Comédia
The Marvelous Mrs. Maisel

Melhor Telefilme
Black Mirror – USS Callister

Melhor Minissérie ou Série Limitada
The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story

Melhor série animada
Rick and Morty

Melhor Ator em Série de Drama
Matthew Rhys – The Americans

Melhor Atriz em Série de Drama
Claire Foy – The Crown

Melhor Ator Coadjuvante em Série de Drama
Peter Dinklage – Game of Thrones

Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Drama
Thandie Newton – Westworld

Melhor Ator Convidado em Série de Drama
Ron Cephas Jones – This Is Us

Melhor Atriz Convidada em Série de Drama
Samira Wiley – The Handmaid’s Tale

Melhor Ator em Série de Comédia
Bill Hader – Barry

Melhor Atriz em Série de Comédia
Rachel Brosnahan – The Marvelous Mrs. Maisel

Melhor Ator Coadjuvante em Série de Comédia
Henry Winkler – Barry

Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Comédia
Alex Borstein – The Marvelous Mrs. Maisel

Melhor Ator Convidado em Série de Comédia
Katt Williams, Atlanta

Melhor Atriz Convidada em Série de Comédia
Tiffany Haddish –  Saturday Night Live

Melhor Ator em Série Limitada ou Telefilme
Darren Criss  – The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story

Melhor Atriz em Série Limitada ou Telefilme
Regina King – Seven Seconds

Melhor Ator Coadjuvante em Série Limitada ou Telefilme
Jeff Daniels – Godless

Melhor Atriz Coadjuvante em Série Limitada ou Telefilme
Merritt Wever – Godless

Melhor Direção em Série de Drama
The Crown – Stephen Daldry

Melhor Direção em Série de Comédia
The Marvelous Mrs. Maisel – Amy Sherman-Palladino

Melhor Direção em Série Limitada ou Telefilme
Ryan Murphy – The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story

Melhor Roteiro em Série de Drama
The Americans – Joel Fields e Joe Weisberg

Melhor Roteiro em Série de Comédia
The Marvelous Mrs. Maisel – Amy Sherman-Palladino

Melhor Roteiro em Série de Limitada ou Telefilme
USS Callister – Black Mirror

Melhor programa de variedades ao vivo
Jesus Christ Superstar Live In Concert

Melhor programa de variedades de esquete
Saturday Night Live

 

 

 

17
set
2018

O desfile da Savage x Fenty quebrou todos padrões possíveis

por em Moda

Na última semana rolou a semana de moda de Nova York, como vocês já devem ter notado eu dei uma parada nos posts sobre semanas de moda. Resolvi só postar no blog o que realmente acho importante, então a ideia é ter menos conteúdos, mas eles serão mais relevantes.

E falando em relevância na moda, a Rihanna é um dos nomes que se mantém relevante e tem feito uma diferença gigantesca no mundo da moda e da beleza. A marca Fenty (que além de marca de beleza, também é marca de lingerie) desfilou na semana de moda de Nova York e quebrou todos os padrões possíveis.

 

O desfile performance da Savage X Fenty que aconteceu no Brooklyn Navy Yard tinha um átrio de vidro com equipamentos de laboratório, um lago interno e muitas plantas. As modelos eram magras, baixas, gordas, altas, negras, brancas e duas estavam grávidas (uma delas deu a luz logo depois do desfile).

 

 

A linha de lingerie que foi lançada em Maio traz uma grade de tamanhos que vai do XS ao 3XL, no site da Fenty Rihanna fala que as mulheres deviam usar lingerie pra elas <3  A Savage X Fenty é uma parceria entre a Techstyle Fashion Group (grupo textil de moda da Kate Hudson) e o Grupo Fenty da Rihanna.

 

 

Imagens: Reprodução